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31 de março de 2011

Tico Santa Cruz acusa Restart de cobrar para receber fãs no camarim

O roqueiro afirma que o grupo cobra para receber os admiradores após os shows. Pe Lu, vocalista da banda, diz que “kit camarim” é apenas uma maneira de organizar a visitação

DANILO CASALETTI


Em um post publicado em seu blog, o vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, acusou os integrantes de banda Restart de cobrarem para receber os fãs no camarim após as suas apresentações. “Isso é o mais puro oportunismo. Atitude de quem não dá valor nenhum aqueles que lhes consideram importante”, escreveu.


Procurada por ÉPOCA, a banda, criada em 2008, negou que cobre para que os fãs sejam recebidos no camarim, mas admitiu que existe algo, que, vulgarmente, pode ser chamado de ‘kit camarim’, que traz, além de ingressos para os shows e produtos da banda, a possibilidade do fã chegar perto dos integrantes da banda. “Não temos tempo hábil para atender a todo mundo que vai aos nossos shows”, diz o vocalista Pe Lu.

Segundo o músico, os seguidores da banda, que ficaram conhecidos como ‘Família Restart’ ainda podem optar pela chamada ‘Photo Party’, na qual é marcada uma data, geralmente um dia antes do show, para que os fãs tirem fotos com seus ídolos. Tem direito a participar da ‘Festa da foto’ quem comprar ingresso para a apresentação.

“Sempre fomos ligados aos fãs e sempre fizemos de tudo para não perder essa proximidade. O “kit camarim” é só uma das diversas formas que as pessoas têm de ir ao camarim, a uma passagem de som ou de simplesmente dar um beijo na gente”, afirma Pe lu.

Essa não é a primeira vez que o cantor Tico Santa Cruz entra em uma polêmica com o Restart. No começo deste ano, o roqueiro afirmou, via Twitter, que o som dos garotos “parecia com a boneca Barbie”, provocando a ira dos fãs da jovem banda. Diante dos protestos que recebeu, escreveu, provavelmente se dirigindo aos fãs do grupo: “Foi mal aí, criançada. Sem revolução na creche.”

Os dois lados da história concordaram em responder às perguntas feitas por ÉPOCA. Tico, além de sustentar suas acusações, ainda diz que o Restart “infantiliza o rock brasileiro”. Já Pe Lu diz não ter nada contra o veterano roqueiro e que admira seu trabalho, independente de qualquer crítica que ele faça ao grupo.




“Os fãs do Restart estão sendo explorados de forma passional”
Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas
ÉPOCA – Por que você decidiu expor o assunto no seu blog? Como ficou sabendo da história?
Tico Santa Cruz– Fiquei sabendo na estrada, através de boatos de produtores. Não acreditei. Achei que fosse apenas mais uma implicância. Depois fiquei sabendo que a filha de uma amiga tinha lido e ouvido comentários a respeito. Fui procurar fontes. Descobri uma página de fã-clube oficial que dava as recomendações a respeito do procedimento para entrada no camarim. Lá existem diversos depoimentos de pessoas que pagaram essa entrada para tirar fotos e pegar autógrafos. Isso desde 2010. Então, decidi questionar via Twitter e centenas de pessoas mandaram mensagens confirmando. Por fim, liguei para alguns contratantes que confirmaram a ação. O fanatismo de muitos destes pré-adolescentes e crianças é cego. Além do mais os pais acabam pagando por achar que isso seja comum. Não é comum. Não conheço artistas brasileiros que cobrem entrada em camarim. Os que recebem os fãs, o fazem por consideração e respeito, não em troca de dinheiro. É importante que esses jovens saibam disso, estão sendo explorados de forma passional. É importante que tenham outra referência, pois, para muitos meninos e meninas, o Restart é o primeiro contato com artistas. Paga quem quiser, desde que saiba que isso é uma atitude imposta por esses rapazes.

ÉPOCA

– Você já havia publicado outras críticas sobre o Restart no Twitter. Não acha que as pessoas possam achar que você está fazendo uma espécie de campanha contra a banda?

Tico – Posto críticas e opiniões a respeito de todos os assuntos. Política, políticos, bandas, filmes, etc. O Twitter, a meu ver, é uma maneira de debater, expor questões e fazer contato com o público, e não só dar satisfações de onde estou ou o que estou fazendo. Minha crítica ao Restart é a mesma com relação às bandas que precederam esse momento. Infantilizaram o rock, passaram a tratar os jovens como débeis mentais, se aproveitam dessa "inocência" e do desinteresse deles pelo senso crítico para disseminar uma falta de comprometimento generalizado. O entretenimento é necessário e fundamental, mas a postura que estas bandas assumiram é uma vergonha para quem entende o rock como filosofia de vida. São bonecos de empresários inescrupulosos que exploram o momento e depois descartam esses garotos como um lixo qualquer. Qual será o futuro dessa geração?

ÉPOCA

– O Restart tem milhares de fãs jovens. Não teme que, com essa atitude, seu nome seja visto com antipatia por esses jovens e, consequentemente, isso os afastem de curtir ou conhecer seu trabalho como músico?

Tico – Não estou aqui para agradar ou dizer o que as pessoas querem ouvir em troca de amor. Quem me conhece sabe de minha postura crítica. Não cobro meus fãs, nem admito ser cobrado por eles. Não alimento fanatismos, acho isso perigoso. Concordo com Cazuza quando disse que "os fãs de hoje serão os linchadores de amanhã". Cazuza não se referia aos admiradores, aqueles que gostam do trabalho, e sim aos fanáticos, que hoje dizem amar e dar a vida por seus ídolos e amanhã crescem, enjoam e passam a atacá-los. Me interessa o cérebro do público. O dinheiro eu ganho fazendo os shows.


ÉPOCA – Você costuma receber seus fãs no camarim? Curte esse tipo de contato?
Tico – Estamos há dez anos na estrada, sem tirar férias. Sempre recebemos nossos fãs e nunca cobramos um centavo por isso. Entendemos que seja o contato natural deles conosco para saciarem a curiosidade e demonstrarem a consideração e o carinho, nosso com eles para que possamos ouvi-los e até conhecê-los de perto para que isso norteie quem esta nos acompanhando. Já passamos centenas de vezes mais tempo atendendo fãs no camarim do que fazendo shows. Esse papinho de que são milhares e de que é preciso filtrar é desonesto com quem não tem dinheiro, é excludente. Esse tal do “Photo Party” foi inventado apenas para justificar o injustificável. Não se cobra fã por autógrafo e foto.




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"Cobramos por um kit, não pela visita ao camarim”
Pe Lu, vocalista e guitarrista do Restart

ÉPOCA – Como funciona tipo de ingresso que dá direito aos fãs de falarem com vocês no camarim? Quanto mais caro é essa entrada? Há quanto tempo vocês adotaram essa prática? 
Pe Lu – A ideia de criar um “kit camarim” nasceu da nossa necessidade de conseguir, de alguma forma, e a mais justa possível, escolher as pessoas que iríamos atender, afinal não temos tempo hábil para atender a todo mundo que vai aos nossos shows. A idéia do kit veio para incentivar as pessoas a garantirem nossos produtos originais e, além de tudo, dar a chance delas visitarem o camarim. Adotamos essa prática há cerca de um ano e alguns meses, que foi exatamente a época em que nosso público aumentou e a procura pela visita no camarim também. O preço é equivalente ao que eles pagariam na soma dos produtos do kit, não cobramos pelo nosso tempo ou pela visita em si.


ÉPOCA – Quem não compra esse tipo de ingresso também pode acessar o camarim?
Pe Lu– Quando criamos o “kit camarim”, sempre demos de 20 a 50 pulseiras (que dão direito a entrar no camarim) para as primeiras pessoas que entrassem na casa. Nunca ganhamos dinheiro com a ação, ela sempre teve a intenção total de fazer com que as pessoas ficassem perto da gente de uma forma que tivesse o mínimo de organização.


ÉPOCA – Você não acha que essa prática pode gerar uma frustração naqueles que não podem pagar (ou até muitas vezes não conseguem ingresso)?
Pe Lu – Qualquer pessoa que entra na casa pode comprar o “kit camarim”. Como eu disse, as primeiras da fila sempre ganham pulseiras também e, quando é possível, fazemos uma outra ação chamada Photo Party, um dia antes do show, quando atendemos, de três a cinco horas, todas as pessoas que têm ingresso pra determinado show. Sempre fomos uma banda ligada aos fãs e sempre fizemos de tudo para não perder essa proximidade. O “kit camarim” é só uma das diversas formas que as pessoas têm de ir ao camarim, a uma passagem de som ou de simplesmente dar um beijo na gente.

ÉPOCA – Quanto tempo a banda passa recebendo os fãs no camarim após os shows?
Pe Lu – Depende muito do número de pessoas. Em média, duas horas.


ÉPOCA – Além do camarim, o grupo promove algum outro tipo de ação para possibilitar o contato com os fãs?
Pe Lu – Promovemos, sempre que possível, o Photo Party, no qual a pessoa que possuir ingresso para tal show pode ir a essa tarde de autógrafos e tirar fotos, dar beijos, abraços. Nossa intenção nunca foi e nunca será ganhar dinheiro em cima da nossa presença, mas muitas vezes é preciso que haja alguma participação financeira das pessoas pra cobrir possíveis gastos e, até mesmo, como no caso do “kit camarim”, para organizar.


ÉPOCA – Essa não é a primeira vez que o cantor Tico Santa Cruz posta comentários sobre a banda ou integrantes do Restart. Vocês acham que há alguma causa pessoal nessas manifestações?
Pe Lu – Para ser sincero, não conheço o Tico pessoalmente, mas tenho um profundo respeito pelo trabalho que ele tem com o Detonautas, que por sinal é uma banda que gostamos muito. Vivemos em um país democrático, as opiniões e críticas são sempre bem vindas quando carregadas de respeito e de uma vontade que o outro melhore. Como eu disse, não o conheço pessoalmente, mas como profissional sempre vai ter o nosso respeito, independente do que fale.


Vi essa entrevista aos dois no site da Revista Época. Sério eu sou Rapper mais gosto de rock, aprecio várias gamas musicais, ams essa onda infantil de querer ser gente está mais estúpida do que nunca. Fãns que na verdade são pessoas fanáticas ou só querem aparecer um poco mais para os amigos, porque tirou foto com a "banda do momento". Ah! me poupe dessa palhaçada. Rock não é isso, Rock de verdade aconteceu nas décadas de 50 aos meados de 90. Ora se isso é rock, então eu canto funk! 

24 de março de 2011

EMICIDA ANUNCIA EP COM PRODUTORES AMERICANOS


Emicida anuncia EP em parceria com a dupla de produtores K-Salaam &

 Beatnick.




O rapper Emicida esteve presente na conference press da Creators BR – 2011 e entre vários assuntos, o rapper falou sobre o seu novo projeto(EP) produzido inteiramente pela dupla K-Salaam & Beatnick.
Para quem não conhece a dupla, eles são responsáveis por diversos projetos que receberam destaques no HipHop mundial.
Um dos últimos trabalhos lançados por eles foi o EP “Where The Streets Have No Name” projeto que contou com a presença de vários rappers incluindo: Young Buck, Lil’ Wayne, Bun B, Talib Kweli, Colin Munroe, U-N-I, Tabi Bonney, Haziq, K’naan e muitos outros.
Emicida não revelou até o momento o nome do EP e a data de lançamento, mas é certo que será um ótimo trabalho.
Questionados através do twitter sobre o trabalho em parceria com o rapper brasileiro, os produtores disseram o seguinte:  “Estamos bastante empolgados em trabalhar com o Emicida”.


22 de março de 2011

Backseat REMIX BRAZIL DOWNLOAD





21 de março de 2011

VAMO PRO ROLÊ?



Dia 26 de Março, Estão todos convidados para um rolé, onde alguns artistas da zero3um e da GetSick estarão presentes. Serão vendidas as camisas do Banex "Realizo Sonhos Acordado" , E como sempre, terão as rodas de FreeStyle, Fotos  Filmagem, venda de CD's e Camisetas! Vamo colar?


Local do Evento:

Belo Horizonte - MG, 30140-010

19 de março de 2011

BH Comemora o St. Patrick's Day 2011


A maior festa irlandesa do Brasil está chegando, e promete deixar mais saudades que a de 2010!

A celebração do dia de São Patrício, tradicional festa irlandesa regada a muita cerveja e música, acontece no sábado, dia 19 de março, na capital mineira. O evento organizado pelo BH Rugby, este ano em parceria com o Major Lock, chega a sua quinta edição com o apoio da Belotur, Leo Burguês, BHTRANS, Policia Militar. As festividades começam às 14 horas e seguem até as 22 horas. O público tem entrada livre na festa que contará com som mecânico de DJs, bandas, comidas, bebidas,souvenires e músicas típicas da Irlanda. O evento será no estilo “feira” onde haverá, além das barracas de comida e bebida, uma barraca de incentivo ao intercâmbio, uma barraca do BH Rugby para divulgação do esporte e vendas com produtos de rugby e da festa.
Chopp Verde
Um dos grandes atrativos é o chope verde, tradicional nas festas de comemoração do feriado de Saint Patrick’s. A Heineken, patrocinadora do evento, fornecerámais de 10.000 litros de chope, que serão vendidos pelos organizadores ao longo da festa. E cuidado, quem não estiver de verde pode levar um beliscão dos gnomos irlandeses (integrantes da TrupeGaia) que estarão soltos pela festa, juntamente com os anões verdes. Pelo quinto ano seguido o evento busca mostrar aos mineiros um pouco mais sobre o rugby e as tradições irlandesas. Para o conforto e segurança do público serão instalados banheiros químicos e o evento contará com a presença de seguranças.

Bandas que irão tocar no St. Patrick's Day 2011


Apex Band

Apex Band representada por Gustavo Cambraia (Camfritz) – vocal e violão, Jorge Barbi (Jorginho) – bateria, Matheus Drumond (Anjo) – guitarra e seu irmão Felipe Drumond (Pão)- baixo, banda que já existe há 8 anos firma uma formação nova e definitiva, no ano de 2010 gravou o novo CD inédito, parceria com a gravadora UNI AUDIO RECS do produtor Nelson Rocha (Dj Nel).
A banda vem tocando em festas de faculdades, casas noturnas, pub’s, campeonatos de esportes radicais e etc. Residente do Major Lock Pub, não é difícil já ter ouvido falar sobre a banda: Apex significa dar um rolé (volta) a pé, expressão de mineiros.

Apex Band tem seu estilo próprio e independente definido pelos integrantes como um novo surf music, bem original e enraizados de influências músicais de regiões onde se encontra a cultura surf, dentre elas California, Hawai, Austrália e Nova Zelândia, mesclando assim com seu estilo brasileiro.
Apex Band tem principal influência de Red Hot Chilli Peppers, The Beautiful Girls, Sublime e Pepper em suas músicas próprias mais conhecidas, Terranuzoi, Surf Música, E você, Cigarrinhos Arabianos. Além de shows na capital mineira a banda já se apresentou em Ouro Preto (campeonato mineiro de mountainboard), Pará de Minas (Girus), Sete Lagoas( Night Lounge), Campeonato Mineiro de Surfe (Búzios), no verão de 2008 tocou no sul de Santa Catarina com um projeto acústico e no final de 2007 lançou um CD ao vivo Inédito chamado(Apex Band In Tha House), com 17 canções ao vivo e mais 2 bônus track.
Esse ano o novo CD “Segura a Onda” já caiu na boca da galera, tendo participações de Marcelo D2 em shows e músicos renomados.
Mais informações no MySpace da banda.
Banda Eckolu
A banda Eckolu foi formada em 2006 sob influencia do surf music da California, tendo como principais influências bandas como Sublime, Pepper, Long Beach Dub Allstars, Slightly Stoopid, entre outras. Com o passar do tempo veio a nescessidade de se reinventar e a banda passou a agregar, em seu repertório, clássicos do rock’n'roll mundial, mas não bastava tocar rock, tinha que ser da maneira da Eckolu.

A banda formada por João Gabriel (voz, gaita), Tomaz Petrillo (Guitarra), Rodrigo Lara (baixo), Guilherme “Cuko” (Percussão, Sampler, Efeitos) e Rafael Dutra (Bateria) já se apresentou várias vezes no Major Lock, outros pubs locais e no interior do estado, além de um show memorável no campeonato mineiro de wakeboard em 2010.
O show enérgico e versões inusitadas marcam a apresentação da banda Eckolu, que com uma boa dose de punk, blues, rock, surf, reggae, dub e ska, promete uma apresentação marcante no St. Patricks Day.
Banda No Voice
A Banda NO VOICE foi formada em agosto de 2004 com a proposta de tocar músicas de bandas que influenciaram seus músicos, com o intuito único de se divertir. Recheado de muito ska, reggae e rock, o repertório inclui músicas próprias e covers, principalmente a banda Sublime, além de Skank, Led Zeppelin, 311, Foo Fighters, ,Jimi Hendrix, Wolfmother, The Strokes, O Rappa, Offspring, Raimundos, The Cure, Jet, entre outras que compõem o restante do repertório, sempre executadas com o estilo e a feição próprios da banda. A banda é formada por: Bruno “Minhoca” (guitarra/vocal), Daniel Starling (contra-baixo/back vocal), Felipe “Piva” (bateria) e Tiago Starling (guitarra), recentemente integrado à banda.
Site oficial da banda: www.novoice.com.br
NO VOICE vem se apresentando no PUB MAJOR LOCK, GARAGE D´CAZA, STUDIO BAR, ARCADIUM, QUINTAL BAR CULTURAL, CONSERVATÓRIO e eventos como o Campeonato Brasileiro e Mineiro de Wakeboard (Etapas de Itaúna, Escarpas e Lagoas dos Ingleses), o Campeonato MUNDIAL de Wakeboard, realizado no ano de 2010, também na Lagoa dos Ingleses e Festa GET LOOSE – Edições BH e Búzios.
A banda já dividiu palco com grandes nomes da música brasileira, entre eles NATIRUTS, CHIMARRUTS, MARCELO D2 e DJ NUTS e, recentemente, tocou ao lado da atração internacional DONAVON FRANKENREITER.
Punk Rock Super Stars
Punk rock, hardcore, la la la, música. Seja qual for o rótulo, bandas como Bad Religion, Down by Law, Fugazi, NOFX e outras tantas foram responsáveis por influenciar toda uma geração abaixo da linha do Equador. Seja numa cidade como Santos ou Belo Horizonte, Vila Velha, Curitiba ou Rio de Janeiro, dezenas de adolescentes se encantaram com a musicalidade e com a facilidade que o cenário era construído na terra do tio Sam.
O Punkrocksuperstars não é uma tentativa de resgatar e menos ainda de viver o passado, mas sim um ponto de partida para novas coisas. É uma homenagem para todas as bandas que influenciaram de uma maneira ou outra a vida das pessoas que passam pela banda. De resgatar o tempo em que pessoas iam para shows toda semana pra ver bandas nacionais e se divertirem com seus amigos. Não importa que 500 pessoas estivessem ali, todos se conheciam, se respeitavam e se divertiam juntos.
“A história do Punkrocksuperstars Já começou em outra formação e agora continua com nova cara. Sem anseios muito altos.” O mais importante, só pra lembrar o ACK, são três acordes, um amor e uma cerveja.

Alexandre Superstar – Baixo

Cassius Superstar – Guitarra Riffs
Léo Tijolim Superstar – Guitarra Solos
Filipe Superstar – Bateria e Vocais
Thiago Superstar A.K.A “CHE”, A.K.A Víbora – Vocal
Seja lá o que for punk rock pra você, o importante é se divertir e acreditar: as coisas podem melhorar se cada um fizer a sua parte. Hoje é o dia da revolução.
http://www.facebook.com/punkrocksuperstars
The Fritz
Conheçam um pouco mais sobre a banda The Fritz.
Fazer rock’n'roll é simples. Junte quatro amigos com gostos musicais semelhantes, misture a uma porção de competência, criatividade, muito estudo e uma boa dose de ousadia. Misture tudo e acrescente um repertório que passa por Foo Fighters, AC/DC, Queens Of The Stone Age, The Clash, Ramones, Jimi Hendrix e outros grandes nomes do rock’n'roll de todos os tempos. Aumente o volume e está pronto o som da banda Fritz.
Criada em 2009 por amigos que ouviam praticamente as mesmas coisas, a banda começou a se apresentar em bares e festas de aniversários dos amigos. A experiência de alguns dos músicos foi fundamental para a criação do repertório e também para a performance da banda nos palcos. Felipe ‘Bart’ (guitarra/banda Nervus), Felipe ‘Piva’ (baterista/banda No Voice), André ‘Cabeça’ (baixo) e Mariella (vocais), esbanjam energia na execução de clássicos do rock mundial.
O Fritz já se apresentou no Major Lock, Garage D’Caza e na boate Chalezinho, sempre com casa cheia e participação ativa do público. A banda está buscando cada vez mais espaço entre o público roqueiro de Belo Horizonte e também do interior de Minas Gerais.


Saint Patrick’s Day

St. Patrick's Day - 2009
A comemoração do dia de São Patrício é uma tradição entre os clubes de rugby do mundo todo e também uma data muito festejada em diversos países, como a Irlanda, Inglaterra e Estados Unidos. As festividades, em homenagem ao santo padroeiro da igreja católica na Irlanda, são marcadas por festas com fortes referências ao país: cor verde, música, comidas e bebidas típicas. As pessoas se vestem de verde e desfilam pelas ruas usando acessórios como o trevo da sorte. São Patrício foi um bispo que espalhou a fé cristã e fundou mais de 300 igrejas na Irlanda. O trevo de 3 folhas, comum na Irlanda, era usado para explicar a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso, a cor verde que lembra o trevo representa o Saint Patrick’s Day.

BH Rugby

O BH Rugby, criado em 2003, se tornou o maior clube de rugby de Minas Gerais. Destaque nacional, a equipe é bicampeã da Copa do Brasil nos anos de 2007 e 2009. Atualmente, o clube conta com mais de 100 atletas, divididos em equipes: masculino, juvenil e adulto, a equipe feminina e equipe infantil. Para saber mais sobre o BH Rugby e sobre este esporte em crescimento no país, consulte o site oficial do BHR.

Serviço

- Data: Sábado, 19 de março de 2011.
- Horário: Das 14h às 22 horas.
- Entrada: Gratuita
- Local: Av. Getúlio Vargas, entre as Ruas Paraíba e Rio Grande do Norte, Savassi.
- Organização: BH Rugby
- Produção: BH Rugby e Major Lock
- Patrocínio: Heineken e Burn
- Apoio: Belotur, Leo Burguês, BHTRANS, Policia Militar

Alguns números e curiosidades

- Tamanho aproximadamente do local e nº de barracas: 120m x 35m, 3 barracas de 15 m x 5m para chope, 1 barraca de alimentação 15m x 5 m.
- Nº de público esperado: 7.000 pessoas.
- Nº de bandas e DJs: 7 bandas e 6 DJs.
- Informações sobre o evento do ano passado: 5.000 pessoas presentes, com venda de 3.000 litros de chope, este ano almejamos 10.000 litros.
- Tipos de barraquinhas: chope, pizza e comida típica, barraca do BH Rugby, souvenires e incentivo ao intercâmbio.
- Segurança: todos os requisitos foram protocolados e contratados como a prefeitura exige. Segurança pela Policia Militar e desvio do trânsito pela BHTRANS.

Guia de Sobrevivência ao St. Patrick’s Day

O St. Patrick’s Day é um dia colorido, festivo e de celebração em homenagem ao santo protetor da Irlanda, certo? Na prática deveria ser, mas hoje em dia é, além disso, uma desculpa para nos divertirmos tomando umas e outras com os amigos em uma bela festa temática. Você sabia que, no início, a cor associada à St. Patrick era azul, e não o verde? E que de alguma maneira o verde acabou se tornando a cor “oficial” e ninguém se importou, afinal, os irlandeses estavam muito mais atentos à temperatura da cerveja?
Confira este pequeno guia para você evitar aquela temida ressaca no dia seguinte.

O que você precisa saber?
- Ingerir comidas com bastante carboidratos diminui a absorção do álcool.
- Mantenha-se hidratado: tome um copo d’água entre um chopp e outro.
- Bebidas carbonatadas significam ressaca.

Antes da festa

Abstinência
Deseja ficar livre da ressaca? O primeiro passo em nosso guia é bem simples: não comece a beber enquanto a festa não começar! Isso pode parecer confuso e difícil de entender, mas é bem simples: durante a semana tome apenas aquela soda e minta para seus amigos que ali tem álcool, ou então, que você está tomando uns remédios, e que não pode misturar uma coisa com a outra. Se nada der certo, finja-se de bêbado e ninguém irá te perguntar nada.
ComidaTodo mundo sabe que não devemos beber de estômago vazio, mas a maioria não sabe que faz diferença o tipo de comida que você está mandando pra dentro. Comidas mais gordurosas, com bastante carboidratos e proteínas irão diminuir a absorção do álcool pelo seu organismo. Atente para o fato que ingerir este tipo de comida “amigável” com o álcool significa que aquela “tonteira” habitual vai demorar mais para começar, portanto não tente acelerar o processo, caso contrário o objetivo principal (evitar a ressaca) não vai ser alcançado.
Tome vitaminas
O álcool acaba com as vitaminas B e C do seu corpo. Na verdade, ele acaba com várias outras vitaminas e minerais, e ainda prejudica a absorção de nutrientes. O resultado disso tudo? Ressaca. A melhor solução é tomar um bom multivitamínico. Tome um antes da festa e sinta a diferença no dia seguinte.

Durante a festa

Mantenha um ritmo. Pra quê a pressa?
Com a idade, vem a sabedoria. É comum que um jovem tente ficar o mais tonto que puder, no menor intervalo de tempo possível. Se olharmos apenas a relação custo-benefício, manter um ritmo menos acelerado prova-se bem mais vantajoso do que beber desenfreadamente: sua carteira vai continuar cheia, diminui suas chances de uma ressaca no dia seguinte e aumenta consideravelmente a proabilidade de você trocar uma idéia com uma bela (ou belo) jovem já um pouco “afetada” pelo álcool.Precisa de mais alguma coisa?
Cerveja. E só.
O principal ponto aqui é não misturar. Tome sua cerveja e não misture com outro tipo de bebida, por dois simples motivos: primeiro que a cerveja do St. Patrick’s Day será de alta qualidade, e segundo que, ao misturar as bebidas, você aumenta a quantidade de porcaria circulando pela sua corrente sanguínea.
Água
Chegamos ao último tópico do nosso guia: ninguém te proíbe de tomar um copo d’água entre um chopp e outro, sabia? A regra deveria ser 1-para-1, mas sabemos que isso não é nem um pouco realístico. Então, sempre que possível, tome um pouco de água.
Se beber, não dirija!
Divirta-se!